Monthly Archives: October 2015

IEH | Leitura da semana (04/11)

Olá pessoal,

Essa é a leitura para quarta-feira:

04/11- Lúcio Costa. “Projeto do Plano Piloto de Brasília”.

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Metodologia da História | Leitura da semana (04/11)

Olá pessoal,

Essa é a leitura para a próxima aula:

04/11 – Peter Stallybrass, “A vida social das coisas: roupas, memória e dor”, in O casaco de Marx. Roupas, memória, dor, Autêntica, Belo Horizonte, 2008, pp. 07-38.

IEH | Leituras da semana (26/10)

Olá pessoal,

Essa é a leitura para segunda-feira:

26/10 – James Holston, “As intenções ocultas do projeto”, in A cidade modernista. Uma crítica de Brasília e sua utopia, Companhia das Letras, São Paulo, 1993, pp. 66­-108.

Metodologia da História | Leituras da semana (26/10)

Olá pessoal,

Essa é a leitura para segunda-feira:

26/10 – Peter Burke, “Um novo paradigma?”, in O que é história cultural, Ed. Zahar, Rio de Janeiro, 2008, pp. 68-98.

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IEH | Primeira Prova

Olá pessoal,

Clique aqui para acessar o texto da prova.

As instruções são simples:

  • Escolha 1 (uma) questão e responda
  • Mínimo de 1 (uma), máximo de 2 (duas) laudas. Times New Roman 12, espaço 1.5.
  • Entrega em sala no dia 21 de outubro de 2015.
  • Não serão aceitas as provas entregues fora do prazo, nem deixadas no escaninho ou enviadas por email.

Metodologia da História | Referências sobre moda

Olá pessoal,

Aí estão algumas referências de artigos com seus respectivos resumos e liks, que encontrei sobre moda. Muitos dos artigos são histórias da moda. Outros artigos são reflexões teóricas sobre a importância e o significado social da moda. Uma estratégia interessante para aproveitar esses textos é identificar que tipo de fontes são usadas, como fazem o recorte e como analisam as fontes. É fundamental também verificar a bibliografia usada e entender quais são as referências mais importantes para o tratar do tema.

Almeida, Adilson José de. (1995). Indumentária e moda: seleção bibliográfica em português. Anais do Museu Paulista: História e Cultura Material, 3(1), 251-296. 
Bibliografia comentada da produção brasileira sobre o tema da moda. Bastante útil para quem busca referências.

• Araujo, Denise Castilhos de, & Leoratto, Daniele. (2013). Alterações da silhueta feminina: a influência da moda. Revista Brasileira de Ciências do Esporte, 35(3), 717-739.
“O presente artigo objetiva refletir a respeito da relação entre moda e corpo feminino, tendo como linha condutora mudanças ocorridas na silhueta das mulheres. Parte-se da hipótese de que a moda cria desejos e necessidades, sugerindo ao interlocutor a realização de mudanças e ajustes, adaptando a silhueta do corpo feminino. Parte-se de uma discussão teórica a respeito de corpo e moda, confrontando, posteriormente, esses dois temas. Posteriormente, há a realização da reflexão acerca de algumas imagens da revista Manequim e do jornal Zero Hora, entre os períodos de 1960 a 2000. Observou-se que realmente a mídia tem influenciado as formas dos corpos femininos, os quais, muitas vezes, devem se adaptar aos formatos das roupas sugeridos, para usarem roupas da moda.”

Fontes, Heloisa. (2006). A paixão pelas formas. Novos Estudos – CEBRAP, (74), 87-105.
“Com foco nos livros O espírito das roupas e A idéia e o figurado, este artigo procura analisar a trajetória intelectual da ensaísta Gilda de Mello e Souza (1919-2005). Mostra-se como a autora mobilizou fontes diversas, sejam do âmbito da história, da sociologia, da antropologia ou da estética, para compor uma obra rica em pontos de vista inesperados e avessa a academicismos, adensando o foco analítico sobre os objetos analisados.”

• Bergamo, Alexandre. (1998). O campo da moda. Revista de Antropologia, 41(2), 137-184.
“O presente artigo tem como objetivo traçar um esboço do campo da moda tal como ele se constitui hoje, particularmente no Brasil e tendo como referência principal a cidade de São Paulo. Parte-se do pressuposto de que o sentido da moda deve ser buscado além das suas formas convencionais de apresentação, tais como desfiles e editoriais das revistas especializadas. Deve ser buscado na relação que tanto consumidores quanto criadores e formadores de opinião têm com o vestuário e com sua renovação constante. O sentido da moda está em que a roupa significa algo, e esse significado, além de diferir em função do grupo pesquisado e de sua posição no interior da estrutura social, imprime e direciona diferentes condutas para esses diversos grupos sociais.
Há quatro interesses (demandas) diferentes envolvendo o uso das roupas, sendo que cada um deles imprime um sentido particular para tal, estabelecendo diferentes regras de uso, classificação e juízos de valor. Em outras palavras, diferentes certezas de para quê e como deve ser o uso correto ou adequado de uma roupa e, concomitantemente, também a criação. Institui-se com isso um conflito entre os grupos (consumidores, criadores e formadores de opinião) que, ao mesmo tempo em que dá forma ao campo da moda, instaura uma dinâmica própria ao mercado: a segurança de seu funcionamento e a crescente especialização de cada segmento – criador ou formador de opinião – residem na impossibilidade de resolução desse conflito.

• Kaczan, Gisela Paola. (2013). Estampas del deseo y del desear: imágenes de moda en Argentina en las primeras décadas de 1900.Cadernos Pagu, (41), 121-157.
“El trabajo se propone indagar sobre el rol referencial de las fotografías de moda en el contexto argentino, en las primeras décadas de 1900. Estas imágenes no sólo difundían las transformaciones estéticas de un sector en avance sino que, debido a su “aparente verosimilitud” con la realidad, fueron un estímulo para los comportamientos de la época interpretándolos como ejemplares que, a la vez, se tradujeron en modelos que pusieron en tensión los valores de virtud largamente defendidos. Mujeres de la alta sociedad, maniquíes y estrellas de cine conforman el catálogo de figuras.

• Bergamo, Alexandre. (2004). Elegância e atitude: diferenças sociais e de gênero no mundo da moda. Cadernos Pagu, (22), 83-113.
“As distinções mais óbvias que podem ser observadas no mercado de moda são aquelas que dizem respeito às diferenças de gênero, independente da classe ou do grupo social a que se faça referência. Dentro desse universo podem ser encontradas duas noções, elegância e atitude, que condensam, a um só tempo, marcas de gênero, sociais e individuais. No caso da noção de elegância, o discurso, tanto quanto a roupa ou o próprio indivíduo, traduz sempre um ato de remissão a uma determinada concepção de ordem social, entendida como natural. As diferenças de gênero são relevantes, nesse contexto, porque demarcam posições sociais entendidas como naturais. Já a noção de atitude não cobra, necessariamente, uma ordem social e natural, mas uma ordem pessoal. O discurso e a roupa traduzem um caráter individualista, supondo ser o indivíduo quem imprime um sentido a sua inserção social, ainda que eventual ou momentânea. Nesse contexto, na maior parte das vezes, o individualismo ganha expressão através de uma linguagem estruturada como se não tivesse gênero.”

• Bonadio, Maria Claudia. (2014). A moda no MASP de Pietro Maria Bardi (1947-1987). Anais do Museu Paulista: História e Cultura Material, 22(2), 35-70.
“O objetivo deste artigo é evidenciar a centralidade das ações ligadas à moda e à formação da Seção de Costumes do MASP no projeto de museu e na concepção de arte de Pietro Maria Bardi no período 1947-1987, e como tais ações teriam sido relevantes para a instituição de uma visualidade e uma história para a moda nacional. Demonstra-se como a trajetória de P. M. Bardi na Itália, ou seja, sua atuação como galerista e comerciante de artes, jornalista, bem como seu contato com a ideologia e as ações do Regime Fascista no campo das artes e da moda, influenciou diretamente suas ações em relação ao design de moda. Essas ideias e experiências foram fundamentais para direcionar sua atuação no MASP e, em especial suas iniciativas na área do design. Nota-se ainda como a atuação de Bardi no campo do design de moda foi também influenciada pelas ideias propagadas pela Bauhaus e Le Corbusier, assim como por seu olhar estrangeiro, que acaba por levá-lo a recuperar, nas referentes iniciativas, as tradições e a cultura brasileiras, gerando uma produção que dialoga com o modernismo brasileiro, uma vez que usa a experiência internacional para valorizar o nacional.”

DOSSIÊ: O GÊNERO DA MODA E OUTROS GÊNEROS. Cadernos Pagu  nº 22. Campinas jan./jun. 2004

IEH | Leituras da semana (19 a 21/10)

Olá pessoal,

Eis o texto para quarta-feira.

19/10 PRIMEIRA PROVA – O TEXTO DA PROVA, COM TODAS AS INSTRUÇÕES NECESSÁRIAS, SERÁ DISPONIBILIZADA NA MANHA DA SEGUNDA-FEIRA. CONFORME CONVERSAMOS EM SALA, NÃO HAVERÁ AULA. A PROVA DEVERÁ SER ENTREGUE NA QUARTA-FEIRA. POR CONTA DISSO, NÃO SERÃO ACEITAS, EM HIPÓTESE ALGUMA, PROVAS ENTREGUES FORA DO PRAZO.

21/10 Henri Lefebvre. “Da cidade à sociedade urbana”, in A revolução urbana, Ed. UFMG, Belo Horizonte, 2012, pp. 13­-30.